Nos encontramos com a familia capixaba e saimos cedinho de Mendoza em direcao a Uspallata. Para nossa felicidade, logo no inicio da estrada pudemos avistar os Andes e os picos nevados (as montanhas mais proximas da cidade estao secas, sem nenhum gelinho sequer). A paisagem è maravilhosa!!! Nos dà vontade de tirar fotos a cada segundo pra guardar essa imagem pra sempre!
A estrada estava bem carregada de carros e caminhoes mas era tranquila e estava em boas condicoes. Passamos por alguns cerros que no inverno funcionam como estacao de esqui, nada de neve, nem em Potrerillos, nem em Los Penitentes.
As montanhas em Uspallata sao impressionantes, com variacoes de cores em tons vermelhos e amarelados, com um clima meio de deserto. Paramos um pouco antes de chegarmos a cidade para tirarmos fotos.
No caminho observamos tambem que havia um Hostelling International bem proximo a cidade.
Tambem paramos para abastecer e esticar as pernas em um posto na saida da cidade, onde se concentravam muitas pessoas, turistas e caminhoneiros.
Seguimos viagem, parando somente na Puente de Inca, uma ponte natural formada por pedra e areia, de coloracao amarelada e alaranjada. Segundo diz a lenda, um chefe inca resolveu levar o filho que estava doente para se banhar nas aguas milagrosas do degelo. Seus guerreiros deram os bracos para que ele passasse sobre o rio e estes guerreiros viraram entao pedras, por onde o chefe inca e seu filho puderam atravessar o rio.
Proximo a ponte ha varias lojinhas, hostels, lanchonete e kiosco. Como ela fica muito perto do Parque do Aconcagua, muita gente se hospeda por ali. Ha tambem uma construcao de um antigo hotel que foi destruido por uma avalanche. Os hospedes desse hotel haviam saido um dia antes da avalanche, sendo atingidos apenas os donos. Hoje sò ha alguns destrocos.
Mais a frente paramos no Pq do Aconcagua. Esperavamos que o mirador nao tivesse uma visao tao ampla do cerro, mas ficamos impressionados com a vista e com a beleza do lugar. Uma paisagem bem diferente do que vimos em El Chalten, na Patagonia. Ali è tudo mais seco, sem arvores e com vegetacao rasteira.
Encontramos um casal de paulistas que ia fazer uma trilha de 3 dias pelo Parque. Parece que eles tem um controle grande de quem entra no Pq., sendo necessario fazer um exame medico que mostre que voce tem resistencia para a caminhada e alem disso, precisa de um visto pra entrar. Para quem sò vai ao mirador nao è necessario tudo isso. Basta pagar 5 pesos para entrar no parque. Na trilha para o mirador, se passa por duas lagunas muito lindas tambèm. O volume de agua das lagoas varia conforme a quantidade de neve que cai no inverno. Achamos que este ano estava bem escasso.
Mais a frente paramos no Pq do Aconcagua. Esperavamos que o mirador nao tivesse uma visao tao ampla do cerro, mas ficamos impressionados com a vista e com a beleza do lugar. Uma paisagem bem diferente do que vimos em El Chalten, na Patagonia. Ali è tudo mais seco, sem arvores e com vegetacao rasteira.
Encontramos um casal de paulistas que ia fazer uma trilha de 3 dias pelo Parque. Parece que eles tem um controle grande de quem entra no Pq., sendo necessario fazer um exame medico que mostre que voce tem resistencia para a caminhada e alem disso, precisa de um visto pra entrar. Para quem sò vai ao mirador nao è necessario tudo isso. Basta pagar 5 pesos para entrar no parque. Na trilha para o mirador, se passa por duas lagunas muito lindas tambèm. O volume de agua das lagoas varia conforme a quantidade de neve que cai no inverno. Achamos que este ano estava bem escasso.
Saindo do Parque em direção ao Cristo Redentor demos carona a um casal de porteños que estavam indo para lá também. Acredite se quiser: o cara era um argentino, vegetariano e não gosta de futebol. Muito gente boa o casal!
O Cristo fica bem divisa com o Chile, e era a única coisa que sabíamos. Chegando la fomos orientados a subir bem devagar, usando no maximo a 2a e que fariamos os ultimos metros a pe porque a neve impedia que os carros continuassem! Hahaha, o negocio era alto pra burro! Comecamos a subida, estilo ziguezague, com um barrancão do lado, estrada super estreita e a tensão no ar. Chegando no quase no topo paramos o carro do lado de um pedacao de neve, tinha gente aproveitando pra tirar umas fotos lá. Subimos o resto a pé, um vento e um frio de matar.
(continua depois)
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