Acordamos, tomamos café e saímos em direcao a Reconquista, que fica do outro lado do rio na província do Chaco. Chegando em Reconquista procuramos por algum posto de gasolina na beira da estrada mas nao encontramos nenhum do nosso lado da pista. Paramos para perguntar para um guarda e acabamos dando carona ao policial. No meio do caminho descobrimos que este senhor era responsável pela fiscalizacao desta estrada no Chaco. Deixamos o chefe da gendarmeria em Basil, onde acabamos passando reto na barreira policial, gracas a nossa carona.

No caminho vimos cerca de 400km de plantacoes de girassol e milho. As cidades sao pequenas, com construcoes simples, mas muito bem cuidadas. Grande parte das cidades nao se vê da estrada, vemos apenas o acesso e a reta é tao comprida que nao se vê o povoado.
Na hora do almoco, paramos em Resistência para comermos algumas empanadas e comprar alguns petiscos pra viagem. Só paramos novamente entao em San Justo, para abastecer o carro. Alguns poucos quilômetros depois resolvemos cortar caminho até Mar Chiquita. Entramos na cidade Emília e pegamos uma pista local. A estrada, apesar de ser local estava em ótimas condicoes e o melhor: nao tinha muito tráfego de carros e caminhoes.
Pegamos boa parte de estrada asfaltada e cerca de 40km de terra, em boas condicoes também!
No caminho vimos cerca de 400km de plantacoes de girassol e milho. As cidades sao pequenas, com construcoes simples, mas muito bem cuidadas. Grande parte das cidades nao se vê da estrada, vemos apenas o acesso e a reta é tao comprida que nao se vê o povoado.
Na hora do almoco, paramos em Resistência para comermos algumas empanadas e comprar alguns petiscos pra viagem. Só paramos novamente entao em San Justo, para abastecer o carro. Alguns poucos quilômetros depois resolvemos cortar caminho até Mar Chiquita. Entramos na cidade Emília e pegamos uma pista local. A estrada, apesar de ser local estava em ótimas condicoes e o melhor: nao tinha muito tráfego de carros e caminhoes.
Pegamos boa parte de estrada asfaltada e cerca de 40km de terra, em boas condicoes também!
De quebra ainda cruzamos com novas paisagens, novas plantacoes de girassol, pastos, cultivos de soja e rolos de fenos. Passamos por cidadezinhas pequenas mas muito bem cuidadas e aconchegantes, com ruas arborizadas e jardins cuidados.
Chegamos entao a uma via secundária que levava diretamente a Cotagaita (referência que tínhamos para chegar a Mar Chiquita). Passamos por uma estacao de trem com este nome e percebemos que teríamos que seguir em frente, pois olhando no mapa a cidade para se hospedar à beira do lago era Miramar.
Chegando em Miramar ficamos encantados com o clima da cidade e com a bela paisagem. Paramos em um pequeno hotel chamado La Aldea. Igualmente encantador: Mara, a dona da pousada, foi muito acolhedora e nos levou a habitación, com uma vista maravilhosa, de frente para a laguna, por um preco muito bom.
Nos arrumamos e saímos para curtir a praia. Mar Chiquita é um lago com 60km de largura e 90km de extensao, com grande porcentagem de sal. Conversando com Mara descobrimos que há muitos casaroes e 5 hotéis submersos, atingidos por 2 grandes enchentes que devastaram grande parte da cidade.
Da areia é possível avistar alguns destrocos e entulhos das casas que foram destruídas pela inundacao.
Entramos na agua com uma sensacao esquisita devido à grande quantidade de sal e areia no lago. Saímos um tempo depois e fomos para piscina do hotel, onde aproveitamos para finalmente descansar, observando o entardecer no lago.
A noite demos uma volta na rua principal que é cheia de bares, lojas e restaurantes simples. Decidimos provar o Peje Rei ao molho de champignon, uma delícia!!!
Voltamos para o hotel e conseguimos descansar mais cedo.

